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Pensão Alimentícia: O Preço do Acordo Ruim. Não aceite Migalhas.

  • Foto do escritor: João Felipe gomes de oliveira
    João Felipe gomes de oliveira
  • 30 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

Ser mãe já é uma jornada exaustiva. Você cuida, educa, leva ao médico, ajuda na lição e, muitas vezes, ainda trabalha fora. Quando chega o momento de discutir a pensão alimentícia, o seu desejo é que tudo acabe rápido.

PARE IMEDIATAMENTE. Esse pensamento está condenando você à sobrecarga financeira e seu filho à escassez.


Um processo de pensão alimentícia malfeito não é apenas um número baixo num papel. É uma sentença de que você terá que trabalhar o dobro para cobrir o que o pai deixou de pagar. A responsabilidade é de AMBOS, mas um acordo ruim joga o peso todo nas suas costas.

Vou te mostrar por que economizar na sua defesa agora custará o futuro do seu filho.


1. O Perigo Mortal do "Acordo de Boca" e da "Boa Vontade".


Muitas mães, na tentativa de manter uma boa relação, combinam um valor verbalmente com o pai. Grave isso: O que não está no papel, assinado pelo juiz, NÃO EXISTE para a lei.


Se ele atrasar 3 meses, você não pode cobrar esses atrasados na justiça. Você vira refém da "boa vontade" e do humor dele. Ele paga quando quer, se quer. Sem a regulamentação judicial feita por um especialista, você não tem a ferramenta mais poderosa: a capacidade de pedir a prisão ou a penhora de bens em caso de atraso.

2. A Matemática da Injustiça: O Que Você Deixa de Ganhar


Vamos ser diretos: criar um filho custa caro. Muitas vezes os acordos obtidos sem um advogado que lute por seu direito é de, em média, 15% (quinze por cento) da renda do Pai. Ou seja, se o pai ganha um Salário Mínimo, os acordos e determinações saem, em média, no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta) a R$ 200,00 (duzentos reais).


Com advocacia representativa forte e especializada, com um advogado especialista, que sabe investigar a renda real do Genitor (mesmo que ele esconda), o valor médio de procedência salta para 40% da renda do Pai. Ou seja, se o Genitor ganha um Salário Mínimo, os valor a ser recebido de "pensão alimentícia" fica em torno de R$ 400,00 (quatrocentos reais) a R$ 600,00 (seiscentos reais). Só aí temos uma diferença de R$ 200,00 (duzentos reais) em cada parcela mensal.


Parece "só" R$ 200,00 de diferença? Vamos fazer a conta de quanto dinheiro você está jogando fora e tirando do seu filho a longo prazo:

  • Diferença mensal: R$ 200,00

  • Cálculo: R$ 200 x 13 meses (incluindo 13º) = R$ 2.600,00 (dois mil e seiscentos reais) por ano.

  • Em 10 anos: Você deixou de receber R$ 26.000,00 (vinte e seis mil reais).

  • Se o filho for pequeno (ex: 3 anos) até os 24 anos, idade em que poderá ser exonerada a pensão alimentícia: O prejuízo ultrapassa R$ 54.600,00 (cinquenta e quatro mil e seiscentos reais).


Esse é o valor da faculdade do seu filho, do curso de idiomas, do plano de saúde de qualidade que você abriu mão porque aceitou um acordo ruim por estar mal assessorada, para economizar um valor ínfimo de, em média, R$ 2.000,00 (dois mil reais).


Quando você aceita menos do que é justo, quem você acha que cobre esses R$ 200,00 que faltam todo mês? Você. É o seu descanso, o seu lazer e o seu dinheiro que vão cobrir a irresponsabilidade alheia.

3. A "Defesa de Massa" Não Vê o Seu Sofrimento


Defensorias e núcleos de prática jurídica são essenciais, mas estão lotados, além de que grande parte dos atos é feito por estudantes/estagiários.


O defensor tem 20 minutos para entender a vida do seu filho. Ele raramente terá tempo para quebrar sigilo bancário, investigar "laranjas" ou provar que o pai tem uma vida de luxo nas redes sociais enquanto alega miséria no processo.


Muitas vezes, a pressão desses órgãos é para que você faça um acordo rápido, qualquer acordo, para diminuir a pilha de processos. O futuro do seu filho merece mais do que uma defesa de 20 minutos. Ele merece alguém que lute por cada centavo que é direito dele.

A Responsabilidade Não é Só Sua! Você Não Está Só!


A lei determina que o sustento deve ser dividido de forma justa e proporcional. NÃO ACEITE MIGALHAS!


Contratar um advogado especialista em Direito de Família não é um gasto. É o investimento que garante que você não será explorada financeiramente pelos próximos 20 anos.


Agende uma consulta e vamos analisar a real capacidade financeira do genitor e as necessidades do seu filho.


 
 
 

1 comentário

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Maria Luiza
09 de dez. de 2025
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Excelente! Trouxe luz a minha necessidade. Entraram com meu processo rapidamente, sempre estão disponíveis. Não me vejo em outro lugar.

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